quinta-feira, 25 de maio de 2017
Hoje a maior saga da cultura Pop está completando a excepcional marca de 40 anos! E como grandes fãs de Star Wars que somos, não poderíamos deixar essa data linda passar em branco. Por isso, convocamos nosso amigo rebelde Gean Tattoo para uma parceria que vai causar um distúrbio na Força. Sim, tem sorteio vindo de uma galáxia muito muito distante!

Que tal comemorar o aniversário da saga com  uma HQ canônica em capa dura, um Funko Pop do BB-8 e uma tatuagem novinha de Star Wars? É tanto prêmio que logo o Jabba manda o Bobba Fett atrás do ganhador para cobrar imposto.


Para concorrer é fácil, basta seguir ambos os instagrams @geantattoo e @entrelinhasfantasticas, e na foto oficial → link foto oficial ← marcar três amigos EM UM ÚNICO COMENTÁRIO. Pronto, só torcer!

REGRAS - Sorteio 40 anos de Star Wars

Inscrições: De 25/maio até 08/junho às 18h00. 
Resultado: 08/junho.

Prêmios

• 01 Tatuagem de Star Wars*
• 01 HQ capa dura “Império Despedaçado”
• 01 Funko Pop BB-8

Para concorrer basta:

•  Seguir os IGs: @entrelinhasfantasticas + @geantattoo
• Marcar 3 amigos na foto oficial, SOMENTE UMA VEZ. Não será aceito perfis de famosos/lojas/marcas/inativos ou de pessoas que não sejam seus amigos (Sim, estamos de olho!)

⚠️ Caso haja mais de um comentário do mesmo IG, o usuário será desclassificado por duplicidade.

• O sorteio será realizado através de site/app sorteador e registrado através de gravação com posterior disponibilização do vídeo;
• O ganhador terá 48h para entrar em contato;
• Caso qualquer regra não seja seguida ou o ganhador não entre em contato no prazo estipulado, um novo sorteio será realizado;
• O prêmio será enviado em até 30 dias após o recebimento dos dados para envio;
• Promoção válida apenas para o território nacional.

*A tatuagem é um prêmio pessoal e intransferível válido apenas para ganhadores maiores de 18 e que tenham disponibilidade de comparecer ao estúdio, localizado na Zona Sul de São Paulo, por conta própria. O prêmio é válido até o dia 20/12/17, conforme disponibilidade da agenda do tatuador e será executada com horário marcado mediante assinatura de termo de responsabilidade por parte do ganhador. O ganhador poderá escolher apenas um dos desenhos especificados nessas regras (imagem abaixo), tendo em mente que o mesmo será executado em seu tamanho proporcional em relação a uma folha A4. O valor estimado da tatuagem equivale a R$ 250,00 e qualquer alteração, inclusive tamanho, pode ser negociada com o tatuador mediante a pagamento da diferença de valor.

Opções de tatuagem. O ganhador poderá escolher uma como prêmio.

Tem alguma dúvida? Pergunta pra gente via Direct, Facebook ou pelo e-mail entrelinhasfantasticas@gmail.com!

Curta, marque seus amigos eeeee Boa sorte!

Para aqueles "amigos" que falam que você não vai ganhar: "Eu acho sua falta de fé perturbadora"!

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Amanhã é dia Dia do Orgulho Nerd que, para quem não sabe, é também conhecido como Dia da Toalha em homenagem a Douglas Adams, autor de O Guia do Mochileiro das Galáxias. Então, não esqueça sua toalha e não entre em pânico, porque hoje vamos falar dessa infinita fonte de referências nerds que é a famosa trilogia de cinco que compõe um dos mais famosos clássicos da ficção científica.


segunda-feira, 22 de maio de 2017

Para mim “representatividade” parece uma marola que se transforma em onda e que pode não derrubar, mas te faz firmar os pés para aguentar o impacto que está vindo. Se bem que muitas vezes custamos a entender que aproveitar o mergulho é melhor do que brigar com essa onda. E quando o assunto é representatividade na ficção (e fora dela também) eu vejo gente ~quase~ se afogando...

Porque representar também é estar junto! ♥

Nós, que respiramos a Cultura Pop/Geek diariamente,  notamos quão delicado e estressante é quando falamos sobre protagonismo não-branco. Representar é muito mais que ceder um papel - entre dezenas dentro de uma história, é fazer com que mais pessoas se identifiquem com aquilo que está assistindo/lendo. E, como disse anteriormente, essa identificação ocorre de várias formas e maneiras distintas, mas há sempre aquele combo, o match perfeito: quando você,  literalmente, se enxerga na personagem.

Quando se experimenta essa sensação, você mergulha nela e todo o poder da representatividade faz mais sentido. Se nós, jovens adultos, consumidores e apreciadores da cultura geek conseguimos sentir esse poder imagina quando uma criança se depara com ele? Quando o menininho se identifica com o boneco do Finn, de Star Wars; quando a menina não se sente vergonhada de seu corpo como a ChouChou, de Boruto; quando aquela outra criança se vê no Luca ou na Dorinha, da Turma da Mônica ou, sei lá, quando a já “adulta” se vê numa jovem adolescente negra da Marvel. xD

O poder da representatividade está em retratar essas minorias, que não são tão minorias assim... Sem, necessariamente, abordar um assunto polêmico ou questionar a razão daquele personagem estar ali. Representar é mostrar que todos podem e devem estar dentro desse grande universo ficcional, sem distinções! Ela está lá para espelhar uma sociedade que é plural, mas singular nas suas particularidades, sendo única em suas diversas formas. 

Essa pluralidade nos torna mais empáticos, pois nos permite conhecer melhor, aceitar realidades que, muitas vezes, não são as nossas e se encantar por elas. Essa tal representatividade proporciona o sentimento de pertencimento, de estar junto, de fazer parte de algo maior. E isso soa muito bem aos meus ouvidos, como aquele som de onda que vem se aproximando... se aproximando... e dá lugar ao frio na barriga que nos preenche segundos antes do impacto. 

Agora cabe a você mergulhar ou deixar a onda passar. :)

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Ta aí um tema que sempre me fascinou, desde que me lembro sempre quis fazer uma tatuagem. Aos dezoito fiz a primeira e gostei tanto que acabei fazendo várias depois. Atualmente tenho seis, por enquanto… Afinal, todo tatuado que ama seus “rabiscos” já faz uma sessão pensando na próxima.

Primeira sessão que fiz com o Gean
quarta-feira, 17 de maio de 2017

Anna Vestida de Sangue é aquele livro que te chama pelo título e pela capa. Sua imaginação já trabalha na possibilidade de ser uma grande leitura de terror ou suspense, mas conforme as páginas são viradas você se depara com uma obra jovem-adulta com toques sobrenaturais e entre altos e baixos conhece a história dessa moça-fantasma, seu caçador e uma lenda urbana.

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Muitos leitores tem o desejo de um dia estar do outro lado, ser o criador das leituras, um escritor. Eu tenho essa vontade, nem que seja para escrever apenas para mim. Deve ser extremamente gratificante terminar uma história, folhear páginas e páginas de coisas que estavam apenas na sua cabeça, receber um livro com seu nome na capa e pega-lo no colo, aquela criaturinha tão linda cheirando a novo e feita de fibras de celulose.

Então resolvi contar um pouquinho sobre a minha experiência em tentar escrever um livro. Sim, eu tento já a alguns anos. Não com muito afinco, admito. Sempre fui uma pessoa criativa e às vezes a ideia brota sozinha. Em outras, vem a partir de alguma música, filme ou um simples acontecimento. Ao ouvir a música Lemon do U2, sempre me vem a cabeça uma personagem dançando em seu vestido godê verde fluorescente e enfeitiçando a todos com sua graça e beleza. Alguns dias depois de terminar 13 Reasons Why, comecei a pensar em uma história onde uma noiva se suicida, deixando seu noivo incrédulo totalmente confuso e com a missão de descobrir o porquê.


Muitas vezes a ideia vem fraca, apenas breves fragmentos como nos exemplos acima, e fico perdida em como possivelmente desenvolvê-la. Em ocasiões mais raras vem com força, quase completa, e se desenvolve na cabeça de tal forma que tenho dificuldade em pensar em alguma outra coisa. Fica ali, martelando meu cérebro, desviando a atenção de tudo. Quando isso ocorre tenho duas opções. Deixar passar, o que as vezes leva uns poucos dias, ou sentar o mais rápido possível em frente ao computador e escrever. Escrever, escrever e escrever até esvaziar o cérebro.

Nisso, já consegui três histórias. O básico está escrito, duas com roteiro completo. Meu problema é desenvolver o resto, preencher as lacunas do roteiro, criar as situações e diálogos necessários para uma história. Depois do frenesi inicial, desenvolver a história é difícil. Tudo flui belo e simples na minha cabeça, mas extrair tudo e colocar no papel? Escrever os pormenores das situações, criar diálogos plausíveis? Como é difícil! Então deixo as histórias aqui, incompletas, faltando apenas persistência e força de vontade para enfim terminar qualquer uma delas.

Se um dia serão publicadas? Não sei. São boas? Também não sei. Mas são minhas e pelo menos pretendo terminá-las. Nesse meio tempo li dois livros que me ajudaram. Um é o Palavra por Palavra da Anne Lamott e o outro é o Sobre a Escrita do Stephen King.

E você? Já começou um livro ou tem algum publicado? Conte para nós :)

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Dear White People, Cara Gente Branca, é uma das séries que já incomoda pelo título, que já é rejeitada e criticada por uma grande parte que não quer debater sobre um assunto recorrente na sociedade: o racismo. Às vezes penso que falar sobre o racismo incomoda muito mais do pensar que ele está entre nós e é com isso que a série da Netflix nos estapeia e nos deixa no chão ou sem ele. A série passa longe de ser sobre negros versus brancos ou só abordar o racismo, ela vai muitoooo mais fundo.

Cara gente branca, aposto que você acha que essa série é sobre você. ;)

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