quinta-feira, 16 de julho de 2015



Um vício. Um jovem. Um problema. Rio de Janeiro. A solução perfeita. Outro problema. Um mistério.
 
Estou até agora me perguntando, como eu não conheci este autor antes?!! *----*


André é um jovem fanfarrão carioca, com seus 26 anos, uma namorada, seu apê, um irmão chato e superprotetor, um amigo beberão e uma paixão avassaladora por Romances Policiais, paixão mesmo, o rapaz é viciado em leitura e não consegue largar o livro até finalizar a última página (acho que conheço gente assim… cof cof cof), sua obsessão é tanta que resolveu trabalhar em uma biblioteca, lugar em que poderia ler quando e quanto quisesse - Só que não. “Não se pode ler em horário de expediente, André.” Seu mundo caiu?! Nãoooo. Ele continuou lendo mesmo assim! E, é claro, foi demitido. Demitido por ler demais. É mole?!


Agora desempregado com uma “doença” da leitura, André está em apuros, daí depois de uma conversa com seu amigo Gordo (não é bullying o apelido do cara é Gordo mesmo rsrs) vem a ideia genial, ele gosta de ler, ele gosta de ler romances policiais, ele é um expert em desvendar os crimes nos livros, logo… Meu caro Watson, André decide se tornar detetive particular! Faz um curso por correspondência (será que isso ainda existe?! rsrs) e ganha seu certificado, coloca o anúncio em um jornal e aguarda… aguarda… aguarda mais um pouco. Depois de alguns dias, seu telefone toca e um homem misterioso o contrata.

Acabei de notar que são LIVROS na capa do livro! hahaha #AdistraídaDoELF

Não sabendo em que estava se metendo, André conhece o Sr. Montenegro, homem milionário, da alta sociedade carioca, podre de rico e um pai desesperado com o desaparecimento do filho. Mas qual é o motivo de um milionário super poderoso contratar um detetive de fachada iniciante?! Já deu para notar a encrenca, né?! E isso é só o começo do livro! rs
Eppaa, e o campeonato? Que raios de campeonato é esse?! Vocês vão ter que ler para saber a resposta, porque se eu contar… Vocês não vão acreditar!   ¯\_(ツ)_/¯

André como detetive é hilário, o Gordo é o cara que tem as sacadas, mas o detetive é o amigo, as discussões off deles são demais, eles começam a divagar em qualquer lugar… André é um cara doce, leal e com um certo senso de justiça, mas um belo de um mulherengo, um fofo, mas mulherengo droga. A história é muito envolvente, a escrita clara e bem objetiva, alguns palavrões ali, outros acolá, tem referências a várias obras de romances policias (nacionais e internacionais) e o toque final: humor. Claro, tudo isso ambientado em diversos bairros do Rio de Janeiro!! ( ♥ )


♪ Quem será, a próxima vítima agora?! ♫ Hahaha

Eu AMO quando fico presa em uma leitura e isso aconteceu em 90% d’O campeonato, eu simplesmente não conseguia largar o livro, queria saber o que iria acontecer, se o plano ia dar certo, se o André ia se safar das besteiras que fez pelo caminho e se ele ia sair vivo no fim da história! O humor da história é excelente, as sacadas também, já na reta final você vai ficando cada vez mais curioso, tenso, tudo parece que está sendo resolvido e TCHARAM! Mais surpresas! Reviravoltas! Incrível! Realmente, o leitor é sempre o último a saber das coisas hahahaha

Super vale a leitura, se você gosta do gênero acredito que terá uma bela surpresa, porque este romance policial não é nada convencional! Estou até agora oscilando entre 4~5*! Jack, valeuuuu a indicação, assim que puder, lerei novamente *indo para a lista de releituras*! :3


Peguem suas lupas, meus caros amigos e venham tentar descobrir o mistério! :3

Curiosidade: O livro é o primeiro da Trilogia do Rio de Janeiro, 3 romances ambientalizados no Rio, só que com uma temática diferente, são eles: O Campeonato (policial), A Confissão (fantástico) e A Ilha (ficção científica)... Olha a lista de desejados aumentando! ♥


Jack metendo o bedelho:


Só pra constar que esse livro, apesar de super divertido e interessante, tem sido indicado por mim para vários amigos ao longo desses 10 anos que o tenho e a Denise foi a segunda pessoa a acreditar nele. Obrigada De e Rose, encararem esse palpite e dividir comigo as risadas.


Quando procurei dentro da bolsa um livro qualquer, percebi a dimensão da tragédia: eu não tinha nada pra ler durante a viagem de volta. - André.



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