segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016


A conclusão da aclamada trilogia Thrawn não decepciona e deixa claro, novamente, porque Timothy Zahn é um dos mais queridos autores do Universo Expandido de Star Wars e já do meu coração.


Pensa numa capa linda! A Editora Aleph sempre se supera nesse quesito


É incrível ver como aquilo que parecia ser uma situação bastante favorável para a Nova República, vai mudando completamente ao longo da trilogia. Com a introdução em “Herdeiro do Império”  resenha aqui , a antiga Aliança Rebelde vinha consolidando a Nova República e ao mesmo tempo lutando com o remanescente do Império Galáctico. Já na frenética continuação “Ascensão da Força Sombria”  resenha aqui , meu livro predileto da trilogia, acontecimentos surpreendentes viram o tabuleiro completamente, deixando-nos na angústia pelo desenrolar desse embate. E então, finalmente, em “O Último Comando” a Nova República tenta conter o desespero que nós leitores não conseguimos conter e virar o jogo novamente.

"É... Parece que o jogo virou, não é mesmo?"
Fonte: Project Shadow

Mais um livro para admirar o brilhantismo do vilão, o Grão Almirante Thrawn (há boatos de que ele possa aparecer na série de animação canônica Star Wars Rebels, tomara *---*). É angustiante e divertido ver nossos heróis bolando planos sensacionais e ficar na expectativa de como Thrawn vai antecipar e revidar ao movimento, porque é isso que ele mais gosta de fazer filodamanhê. Também vale ressaltar outro personagem que acaba tornando-se o grande desafio de nossos heróis, o velho louco e maldito Mestre Jedi sombrio C’baoth com sua personalidade digamos intrigante e suas batalhas físicas e mentais consigo próprio e com outros personagens treta treta, que deixa a narrativa muito mais interessante.

Devido às dificuldades que a Nova República enfrenta, podemos ver um pouco mais de antigos personagens queridos como Wedge Antilles, Almirante Ackbar e Mon Mothma, além dos nossos já queridos contrabandistas liderados por Karrde, que sempre trazem uma emoção a mais e frequentemente boas risadas.


Porém o mais sensacional é ver nosso grupo de heróis novamente reunido, atuando sempre no interesse da Nova República, mesmo quando a Nova República não pensa dessa forma. Tem Lando, tem Chewie, Han, Luke, dróids, Leia - e até os recém-nascidos gêmeos Jaina e Jacen -, a turma toda se metendo em um monte de confusão e perigos do jeito que a gente gosta. Há cenas de ação de tirar o fôlego. E é incrível ver essa equipe em ação novamente, depois de vê-los trabalhando sempre em pequenos núcleos ao longo da trilogia. Detalhe que a Leia é uma mãe Jedi muito badass, ainda mais considerando as circunstâncias ain como sou fã dela, gente.

A turma toda <3

E novamente um dos pontos altos do livro é Mara Jade. Eu sei, eu sei... Já disse isso nas resenhas anteriores. Mas essa mulher é muito louca, gente, vai na minha. E é super legal ver o desenvolvimento da personagem e a relação dela com Luke ao longo da trilogia. Não é à toa que ela é a mais querida personagem do Universo Expandido - a primeira do UE que nunca apareceu em um filme a entrar no top 20 dos personagens mais queridos da saga. Todo mundo, especialmente Luke, vê como os dois trabalham bem juntos e como isso surpreende Mara, que supostamente o odeia. Em “O Último Comando” isso é ainda mais evidente e resulta em alguns momentos memoráveis dos dois. Aliás, Mara Jade e Leia Organa Solo são uma dupla sensacional também girl power.


“O Último Comando” fecha uma trilogia incrível com chave de ouro e faz você amar ainda mais Star Wars. As últimas páginas do livro têm um ritmo alucinante e um desfecho incrível. Só não leva 5 estrelas porque o final foi tão frenético que eu acho que cabia mais um capítulo de calmaria nessa história eles e nós merecíamos uma respirada, e porque esse livro tinha bastante errinhos de revisão que incomodaram um pouco na leitura. Agora que terminei, posso falar que toda a popularidade da trilogia Thrawn não é desmerecida e que Timothy Zahn já é um autor muito querido meu que tenho stalkeado nos eventos da Editora Aleph há dois anos.

Minha dupla predileta, despistando os cabeças de balde no melhor estilo nesse livro <3


Na CCXP 2015 → confira nosso especial aqui , comprei o box da trilogia mesmo já tendo o primeiro exemplar autografado que vem com o conto “Crise de fé”, focado no Grão Almirante Thrawn. O livreto tem apenas 67 páginas, mas não anima muito por não ter muitos personagens com quem simpatizar, exceto o próprio Thrawn. Mas ainda assim vale a pena, pois forma um lindo box, cujo qual eu pedi para o autor assinar todos o livros para mim yeeey o/ gente ele é um fofo.

Almirante Ackbar checando meu lindo box autografado *-*

Em resumo, se você é fã de Star Wars, a trilogia Thrawn é uma leitura indispensável. Eu certamente me diverti e me emocionei ao longo das muitas páginas e, por mais que tenha aceitado e até gostado da separação Canon vs Legends, frequentemente me pego pensando como seriam Mara Jade e Grão Almirante Thrawn nas telonas. Bom, pelo menos nós fãs sabemos que tem muita história pela frente. Enquanto isso, que a Força esteja com vocês!


4 comentários:

  1. Oi Jack!
    Eu só li O Herdeiro do Império e gostei. O que mais me impressionou é ver como o autor conseguiu transpor a voz dos personagens para o texto, sabe?
    Naquele primeiro livro, achei que o Grão Almirante Thrawn devia ser um excelente personagem. Imaginei que ele prometia muito para os livros seguintes. Pelo jeito eu estava certa, hein?
    Beijos,
    alemdacontracapa.blogspot.com

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    Respostas
    1. Oi, Mariana. Tudo bem?
      Realmente Zahn consegue fazer com que os personagens sejam verdadeiros àquilo que conhecemos, é como ver um filme.
      Sim, Thrawn é espetacular e, apesar de ser o vilão que vai contra nossos heróis, é impossível realmente odiá-lo.
      Se você gostou do Herdeiro do Império, siga com a trilogia porque vai ficando muito mais interessante.
      Bjs

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  2. Olá, Jack.
    Excelente resenha!
    Eu estou lendo o primeiro livro da trilogia e estou gostando muito. Ainda não sei o que pensar do Almirante Thrawn, mas é inegável que o homem manja dos paranauê, rs.
    Pelo visto, ainda tem muita coisa pela frente e eu estou ansiosa para chegar no final.
    Abraços.


    Minhas Impressões

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    Respostas
    1. Oi, obrigada ^^
      O Thrawn é um vilão sensacional, manja muito dos paranauês rsrs. O primeiro livro é muito bom, faz você se sentir de volta aos filmes de tão fiel que os personagens são e apresentando outros ótimos e totalmente críveis também.
      Continue sim com a trilogia que ela só vai ficando melhor. O segundo livro é sensacional e o desfecho da trilogia de tirar o fôlego.
      Abraços

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