segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Tendemos a colocar muitas responsabilidades nas costas do tal “ano novo”, não é? De ser um ano melhor, de conseguir atingir suas metas, sejam elas: de vida, profissionais, estudantis, literárias ou afins. Parece que janeiro é o início de tudo e tudo aquilo que não foi feito antes passa a ter a obrigação de ser acertado no ano novo. 
E para minha esperança por um 2017 com metas cumpridas: a cor verde!

Todo mês de janeiro preparo uma listinha de metas para serem alcançadas durante os próximos 365 dias. Ela não é grande, mas já virou um ritual de boas vindas ao ano que chega que minhas superstições não ousam quebrar. Essa lista vai desde pequenos ~grandes~ feitos, como “rir mais” até sonhos e aspirações “ler mais livros que o ano anterior” e “viajar mais”. Deixo o caderninho fechado durante tooodooo o ano, alguns objetivos são até “esquecidos” e só o encaro de novo no janeiro seguinte e é aí que queria chegar.

Encarar os feitos e os não-feitos é uma tarefa árdua, quase uma saga do George R.R. Martin hahahaha, admitir que não conseguiu algo que queria também. Eu, por exemplo, ainda não abri o caderninho para riscar os feitos (ou não) do ano passado. Mas a regra é clara: os não-feitos passam automaticamente para o ano corrente! Sabe aquele história de deixar a meta aberta? Então, ela é real! rsrs

Não alcançá-la não é de todo ruim, pelo contrário! Você só não pode esquecê-la para sempre dentro do caderninho. É hora de colocar as cartas na mesa, fazer aquele balanço e pensar no porquê de não ter cumprindo a resolução.  Metas foram feitas para serem batidas e planejadas, se ainda não alcançou determinado objetivo é porque ainda faltam algumas coisinhas para serem feitas ANTES. E o antes sempre importa.

Também ajuda pensar que toda essa passagem é uma continuação com novas possibilidades. Afinal, não dá para ler 2017 sem ter lido 2016, né? Se 2016 foi uma daquelas leituras sofridas e que vc gostaria de apagar, TCHARAM… 2017 é aquilo que chamam de oportunidade de acertar os pontos e ganhar o leitor pela história. E você será o escritor, personagem principal, coadjuvante (da história de outros), leitor e crítico dessa obra.

É chegada a hora de encarar as metas antigas e novas para dar uma agitada nesse roteiro atual. Torcer para que as coisas estejam bem equilibradas, comemorar os ganhos, repensar o que deu errado, tirar um pouquinho de peso das costas do “ano novo” para poder continuar a história! 2017 já começou a todo vapor com páginas brancas a serem preenchidas =D

E você? Costuma traçar metas? E encará-las? rs

“Ele tinha aprendido a aceitar as potenciais perdas, na esperança de que estas fossem sobrepujadas pelos eventuais ganhos. O único fracasso certo, pelo que ele sabia, e o mais grave, seria nunca tentar nada." Revivente ~ Ken Grimwood, p. 314.

2 comentários:

  1. OOOI

    sempre é aquele lance: o ano não vai magicamente mudar com a mudança no calendário. A gente tem que fazer por onde.
    Eu tenho zilhões de metas que cultivo há ANOS, sempre passando pro próximo ano e que nunca consigo. Mas olha... esse ano vai, com fé que vai u.u HAHAHAH

    beijo
    beinghellz.com

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oiee Hellz!!

      Tem alguns anos que são proveitosos para as metas, risco algumas! Mas normalmente a maioria passa pro ano seguinte! uhuahsuhasuhaushhuas

      Com fé esse ano vai!! Com certeza!

      Bjs :*

      Excluir

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