quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Depois da tortura que foi ler Noite Sobre as Águas, só não comecei As Espiãs do Dia D com maior desconfiança pois uma tia havia lido antes de mim e gostado bastante. E realmente, nem parece que foi o mesmo cara que escreveu os dois livros!



O livro já começa eletrizante. Flick é uma espiã que junto de alguns membros de uma célula da resistência francesa precisam explodir uma central telefônica em poder dos alemães. A explosão da central é fundamental para o sucesso da invasão dos Aliados e pelo fim da Segunda Guerra Mundial. O ataque não dá certo e grande parte da célula é ou morta ou capturada, mas Flick consegue fugir e retornar a Inglaterra com uma ideia na cabeça.


Ela conseguiu roubar um passe de entrada de uma faxineira do prédio. Com seu plano aprovado, Flick tem pouquíssimos dias para retornar a França com seis mulheres dotadas de habilidades necessárias para a explosão da central. Do outro lado temos Dieter, perspicaz alemão que fará de tudo para tentar impedir o ataque e capturar Flick. 


O começo do livro não é chato, mas ele demanda um pouquinho de atenção e paciência até o leitor se situar com tudo o que está acontecendo. Depois, haja coração! O recrutamento e treinamento das mulheres tem alguns momentos que alternam entre divertidos e tensos, mas a partir da chegada do grupo na França a história se transforma em uma perseguição de gato e rato, com Dieter a todo momento no encalço das mulheres, deixando a história muito dinâmica e ainda mais interessante.


Fiquei feliz em ler mais um bom livro do Ken Follet. No final da obra Follet comenta que Flick foi inspirada em uma espiã de verdade! Mais uma excelente história sobre a Segunda Guerra Mundial e leitura obrigatória para quem se interessa pelo tema.

Nota 4,5/5 ★

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